Número especial da revista La VOIX DES AUTRES,publicado na França, em homenagem a poeta Angye Gaona, uma coletânea de artigos, textos, poemas e uma entrevista, com a poetisa colombiana que corre o risco de ser aprisionada por 20 anos por um crime que não cometeu.A revista conta ainda com ilustração de um dos membros do Coletivo 308, Alexandre Vilas Boas, entre outros.Para participar da campanha por sua liberdade, acesse os link, assine o abaixo - assinado e envie cartas para a Embaixada da Colômbia no Brasil!
DESTINO: LINHA 308 / DESTINATION: LINE 308
O COLETIVO 308 tem como objetivo estimular distintas formas de pensar a Arte, através da produção coletiva e a intervenção nos espaços.
The collective group COLETIVO 308 has like objective to stimulate distinct forms to think about Art, through the
collective production and the intervention in the spaces.
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sábado, 21 de abril de 2012
LA VOIX DES AUTRES No5 - DANS LES MAQUIS DE LA POÉSIE
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segunda-feira, 19 de março de 2012
PAULO BRUSCKY - RECIFE - PE
Resposta de PAULO BRUSCKY, para a campanha de liberdade de Angye Gaona! Obrigado, Paulo!! Uma honra receber seu apoio!
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CLEMENTE PADIN - URUGUAY
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sexta-feira, 16 de março de 2012
PERFORMANCE ARTE CORREO MUSICAL - CLEMENTE PADIN E CLAUDE NGUYEN
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segunda-feira, 12 de março de 2012
CAMPANHA INTERNACIONAL PARA A LIBERDADE DE ANGYE GAONA
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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
LIBERTAD PARA ANGYE!
Extraído de: Les risques du journalisme
Angye Gaona, poeta colombiana, será julgada injustamente no próximo dia 23 de janeiro por crimes que não cometeu (“rebelião” e “narcotráfico”). Na verdade, o caso foi forjado para calar Angye, artista que vem corajosamente se posicionando ao lado da luta dos trabalhadores, dos estudantes e pela liberdade de outros presos políticos. A Colômbia vive um estado de terror ditatorial, sendo enorme a quantidade de presos políticos. Angye pode ser condenada até 20 anos de prisão!!!Para ajudá-la (e aos demais presos políticos da Colômbia) é preciso uma campanha internacional urgente que pressione o governo terrorista de Juan Manuel. Para isso, criamos este site e damos início ao comitê brasileiro de solidariedade à Angye Gaona.Navegue pelo site, conheça mais sobre Angye e suas poesias, sobre a Colômbia e seus presos políticos. E, principalmente, veja como ajudar! Caso queira saber mais, entre em contato: castello.cristina@gmail.com
Jefferson Vasques
Como ajudar?
O julgamento de Angye Gaona começa dia 23 de janeiro e o veredito deve ocorrer em dois meses, aproximadamente. Na Colômbia existe uma repressão desenfreada e terrível, apoiada pelo governo todo poderoso dos EUA.Sejamos solidários com esta mulher, poeta talentosa e mãe esteio de sua família. Ela corre o risco de ser condenada sem provas e injustamente – junto a outras três pessoas: uma sindicalista, um estudante e um defensor dos direitos humanos, acusados dos mesmos “crimes”; eles foram detidos com poucos dias de intervalo, em janeiro de 2011, com toda a parafernália repressiva das forças armadas, como se fossem grandes criminosos. Tudo isto se faz para intimidar os espíritos livres que todavia resistem ao horror na Colômbia.Angye Gaona cometeu um crime, sim, e continuará o cometendo. Seu “crime”, seu único crime, é o de ser Poeta e de não aprovar as atrocidades cometidas na Colômbia. Seu único crime é de amar a seu país e defendê-lo.(…)Vamos lhe dar, agora mesmo, um forte apoio internacional, mediante o envio de uma carta postal aos juízes e uma mensagem por correio eletrônico à Embaixada da Colômbia no país de cada um. Fraternidade a todos.
André Chenet
Angye Gaona, poeta colombiana, será julgada injustamente no próximo dia 23 de janeiro por crimes que não cometeu (“rebelião” e “narcotráfico”). Na verdade, o caso foi forjado para calar Angye, artista que vem corajosamente se posicionando ao lado da luta dos trabalhadores, dos estudantes e pela liberdade de outros presos políticos. A Colômbia vive um estado de terror ditatorial, sendo enorme a quantidade de presos políticos. Angye pode ser condenada até 20 anos de prisão!!!Para ajudá-la (e aos demais presos políticos da Colômbia) é preciso uma campanha internacional urgente que pressione o governo terrorista de Juan Manuel. Para isso, criamos este site e damos início ao comitê brasileiro de solidariedade à Angye Gaona.Navegue pelo site, conheça mais sobre Angye e suas poesias, sobre a Colômbia e seus presos políticos. E, principalmente, veja como ajudar! Caso queira saber mais, entre em contato: castello.cristina@gmail.com
Jefferson Vasques
Como ajudar?
O julgamento de Angye Gaona começa dia 23 de janeiro e o veredito deve ocorrer em dois meses, aproximadamente. Na Colômbia existe uma repressão desenfreada e terrível, apoiada pelo governo todo poderoso dos EUA.Sejamos solidários com esta mulher, poeta talentosa e mãe esteio de sua família. Ela corre o risco de ser condenada sem provas e injustamente – junto a outras três pessoas: uma sindicalista, um estudante e um defensor dos direitos humanos, acusados dos mesmos “crimes”; eles foram detidos com poucos dias de intervalo, em janeiro de 2011, com toda a parafernália repressiva das forças armadas, como se fossem grandes criminosos. Tudo isto se faz para intimidar os espíritos livres que todavia resistem ao horror na Colômbia.Angye Gaona cometeu um crime, sim, e continuará o cometendo. Seu “crime”, seu único crime, é o de ser Poeta e de não aprovar as atrocidades cometidas na Colômbia. Seu único crime é de amar a seu país e defendê-lo.(…)Vamos lhe dar, agora mesmo, um forte apoio internacional, mediante o envio de uma carta postal aos juízes e uma mensagem por correio eletrônico à Embaixada da Colômbia no país de cada um. Fraternidade a todos.
André Chenet
Performance de Clemente Padín por la libertad de Angye
O QUE POSSO FAZER PARA AJUDAR?
1. Divulgar estas informações para o máximo de pessoas;2. Assinar a petição online (clique aqui);3. Enviar carta postal para o juiz do caso (modelo e endereço ao final desta página) e nos informar do envio : castello.cristina@gmail.com / jeffvasques@gmail.com4. Enviar email para embaixada da Colômbia no Brasil [o a la embajada del país donde viva cada uno) cobrando posicionamento email: ebrasili@cancilleria.gov.co e nos informar do envio castello.cristina@gmail.com / jeffvasques@gmail.com5. Organizar atividades artísticas e politicas em defesa da liberdade de Angye Gaona e dos demais presos políticos da Colômbia (entrar em contato conosco para divulgar a atividade!)6. Visitar periodicamente este site para saber das novidades.
Modelo de carta para Juiz do caso Angye Gaona(este mesmo texto pode ser utilizado para ser enviado por email à Embaixada da Colômbia no Brasil)
Juzgado Único Penal del Circuito Especializado de Cartagena Del AdjuntoBarrio Centro de San Diego,Calle De La Cruz N º 9-42,Antiguo Colegio Panamericano2 º PisoCartagena de IndiasColombia________________________________________
Nome
Endereço
Cidade
País
Endereço seu site Web (opcional)
Senhor Juiz,
Como cidadão do mundo comprometido com as liberdades dos povos, com minha alma e meu coração decidi enviar esta carta para informar meu compromisso e vigilância com relação ao julgamento em seu tribunal de Angye Gaona, poeta colombiana. Estou seguro de que não se julga neste caso a uma mulher traficante de drogas nem uma rebelde, mas uma “contrabandista” das palavras e da poesia, que é consciente dos abusos dos direitos do homem em seu país. Em seu nome, peço equanimidade e razão, apesar das prisõespolíticas. A poesia e as modestas condições de vida de Angye Gaona refletem sua inocência, melhor do que poderia apontar o melhor advogado. Seu único crime é o de dizer a verdade através de sua obra poética. Parece-me essencial para a comunidade colombiana, que se respeite a vida e a liberdade de seus poetas, que são um pouco a alma de seu povo. Esperamos, senhor. Esperamos, senhor Juiz, que você seja quem garanta um julgamento justo que honre as instituições de Colômbia, rogo-lhe que aceite a expressão de meu respeito,
Nome
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
LIBERDADE PARA ANGYE GAONA! CAMPAÑA INTERNACIONAL POR LA LIBERACIÓN DE LA POETA ANGYE GAONA - Campanha Internacional pela libertação da poeta Angye Gaona
Trabalhos em arte postal que estão a caminho, em apoio a campanha de libertação para Angye Gaona.
Angye corre o risco de ser sentenciada a 20 anos de prisão, julgada por um tribunal de marionetes e acusada unicamente por sua postura crítica e seu ativismo. Angye é uma respeitadíssima poeta colombiana. Responsável pela organização de inúmeros eventos relacionados a poesia e literatura Latino Americana. Seguem aqui mais informações sobre Angye, que nos chegam através de Rodrigo Verdugo:
Estimado Alexandre: Estamos junto al poeta Jose Maria Memet y la poeta y periodista Cristina Castello trabajando en la campaña por la liberacion de la poeta colombiana Angye Gaona, por favor difunde esta informacion
Saludos Cordiales
Rodrigo Verdugo
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Rodrigo Verdugo
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Necessitamos que esta informação circule. A todas as escritoras e escritores, intelectuais, leitores, gente de bem. Rogamos o apoio nesta campanha em favor da poeta e jornalista Angye Gaona, colombiana. Ela foi presa, encarcerada na cidade de Cúcuta. Está claro que tal situação busca amedrontá-la e aniquilá-la, separando-a inclusive de sua pequena filha. E se não tivermos uma atitude solidária pode mesmo ser condenada a muitos anos de prisão sem haver cometido delito algum. A idéia é que endossem a carta e seus dados ao correio do presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, cujo endereço segue abaixo:
http://syscopre.presidencia.gov.co/publico/frmCiudadano.aspx.
Somente a carta e seus dados devem ser endossados, por favor, sem insultos ou comentários soezes ou descomedidos. A idéia é que libertem a poeta. Agradecido. Necesitamos o apoio de todos.
Tambien As assinaturas devem ser enviadas a Josè María Memet ao email: prensa@chile-poesia.clSomente a carta e seus dados devem ser endossados, por favor, sem insultos ou comentários soezes ou descomedidos. A idéia é que libertem a poeta. Agradecido. Necesitamos o apoio de todos.
o a castello.cristina@gmail.com
Jose Maria Memet
Diretor Geral – ChilePoesía
: Jose Maria Memet
Diretor Geral – ChilePoesía
Cárcel de mediana seguridad, Cúcuta, Colombia, 21 de Marzo de 2011
Poetas, compañeros mios:
Estoy del otro lado y desde aquí me es posible decirles algunas palabras.
Pasé un umbral, en efecto. Sucedió un hundimiento. Es una transmutación fuerte. Estoy viva y no lo creo, sin embargo. Todo cambió tan drásticamente, tanto... Lo que esto trae no me es exclusivo, pues ahora mismo soy miles; a miles nos urden un crimen a capricho (hay variedad y dedicación en esto) para lavar algunas otras manos, se sabe. Ensartada en esta galería, pero aún no extinta, lo garantizo, quizá a mi pesar. Porque el símbolo agoniza, se resquebraja como las tablillas de Bagdad y con la impotencia del pobre gime la muerte en los rincones.
Es 21 de marzo de 2011, después de Gregorio XIII, antes de lo temido por venir; si hubo un antes, si hubo un después, si acaso un adentro, un afuera.
"Compañeros" es más que un decir... ¿qué nos une? Corre por nuestro canal la misma agua, pero, ¿qué nos trae a este encuentro donde pacientes esperamos algo en común? Nos hace cercanos cierto empeño nuestro, aquello que juramos, que juró no abandonarnos: esa mirada paralizante de la poesía que nos dotó de armas varias. Y hoy, cuando cada uno de sus rostros sagrados está siendo destrozado frente a nosotros, también nos juntan las críticas visiones de la devastación.
¿Dónde nuestra alzada?, pregunto. ¿Cuándo intentamos una acción fiel en protección de la Poesía o de alguna de sus fases (Madre Naturaleza, Belleza, Creación, Memoria), cuándo?
¿Cómo hacerlo sin mezclarnos con el horrendo barro que hunde al guerrero y lo sublima? Escasos, pero presentes los ejemplos que el escrúpulo dominante permitió, mientras cosiamos la trama del fatuo nombre propio o vagábamos de veneno en veneno y de credo en credo, hundiéndonos hasta hacernos más ciegos al amanecer.
Hemos de dar un último paso en defensa de la Poesía, eso es evidente. Tal vez, también un penúltimo. No basta crear públicos atentos. Es preciso suscitar en las multitudes la necesidad de trascender el deleite estético para generar, más que una catarsis, un compromiso de vida o muerte, una iniciación. No basta con avanzar hacia la manifestación esporádica en las calles de las ciudades; es necesario trascender la queja y la petición hasta hacer comprender la necesidad del impulso creador como hábito en las masas que, al ser usuarias del lenguaje, conocen el camino de la creación y merecen una oportunidad de aprender a seguirlo, que seguro no desaprovecharán, frente a la inminencia de la extinción (hacia la creación, sí, un giro masivo hacia la creación, como magno ejercicio de libertad. Poetas todos los seres humanos libres y combativos). Y no basta la acción revolucionaria sin una invocación de las fuerzas espirituales, porque sabemos cuan más vasto es lo desconocido y en su gran poder confiamos.
Porque la Poesía no va a exigirnos su defensa; antes bien, se replegará en la amargura abandonada de los pueblos camuflados de odio, revestidos uniformemente de la infamia y la farsa de la globalización. Los rostros de la Diosa Poesía, los inalcanzables, los subterráneos, los espaciales, "en venta", como dijo Rimbaud, a precio de paquete turístico. Las virtudes de los elementos hechas mercancía, a lo largo de los siglos retardatarios, cuando el uso sedimentario del dinero y la usura. Una capa de la corteza es ya la industria y su chatarra, una "maquinosfera", producto absurdo de frágiles cuerpos, de mentes perversas y potentes. Trocado "lo amargo por dulce y lo dulce por amargo", en toda latitud y desde antiguo (la cita es de Isaías el Profeta), no queda sino prever el hedor universal mientras algo no se rompa en este acontecer vicioso. Y esa ruptura quizá venga por mano natural y quizá no.
Y nosotros, ¿hemos obedecido a la dinámica viciosa del Capital? A ejércitos de hombres controlados científicamente, entrenados para controlar además, los condecoran, vivos o muertos, cinco estultos que ostentan el mando del mundo. ¿El mérito? Obedecer. ¡Oh premio que merecimos por generaciones! Obedecer de forma regular, pero, ¿a quién? Obedecer en cada instante. Ha sido una orden ser y estar. Hemos obedecido nosotros también, es de cuestionarse. Y, ¿hasta cuándo se obedecerá una ley que no es la del Amor y el Movimiento, la íntima y audaz que espera paciente entre el tumulto de groseras leyes del Sistema dominante?
Y entonces, ¿qué de esta lucidez que osa romper las redes del canon y la costumbre? Porque sabemos, compañeros, que de la cepa del antiguo dolor venimos; que guardamos la reserva callada y condenada del subsuelo; que somos la estirpe de Aquella que adoramos (unos más concientemente) mientras se le desprecia minuciosamente en el mundo del Capital: la Poesía y sus mil intocados y aterradores rostros que se dan, gratuitamente, a pesar del mercado y sus usanzas; el perfume de las sombras eternas escapado de los escaparates; la materia oscura que pierde el genio a los doctores; la secreta sustancia del movimiento, bajo cuya única ley indecible surge y sucumbe la realidad y lo inaudito.
Hoy, desde cierto inframundo, quiero llamar a la esperanza que es actitud de madurez. A la certeza inagotable en la acción liberadora de la Poesía sobre el Ser humano. Y a la generosidad que es un castillo que espera por la especie toda para recibirla en un tiempo nuevo. Vale la Vida, la poesía que es la más refinada política. Esta vida y, si otra tuviera, también.
Reciban mi cariño comprometido.
Felices días de Poesía...
Segue aqui o texto original e o link para o abaixo-assinado de protesto e pedido de liberação imediata desta ativista e poeta.
E aqui, uma entrevista com Angye Gaona:
Poetas, compañeros mios:
Estoy del otro lado y desde aquí me es posible decirles algunas palabras.
Pasé un umbral, en efecto. Sucedió un hundimiento. Es una transmutación fuerte. Estoy viva y no lo creo, sin embargo. Todo cambió tan drásticamente, tanto... Lo que esto trae no me es exclusivo, pues ahora mismo soy miles; a miles nos urden un crimen a capricho (hay variedad y dedicación en esto) para lavar algunas otras manos, se sabe. Ensartada en esta galería, pero aún no extinta, lo garantizo, quizá a mi pesar. Porque el símbolo agoniza, se resquebraja como las tablillas de Bagdad y con la impotencia del pobre gime la muerte en los rincones.
Es 21 de marzo de 2011, después de Gregorio XIII, antes de lo temido por venir; si hubo un antes, si hubo un después, si acaso un adentro, un afuera.
"Compañeros" es más que un decir... ¿qué nos une? Corre por nuestro canal la misma agua, pero, ¿qué nos trae a este encuentro donde pacientes esperamos algo en común? Nos hace cercanos cierto empeño nuestro, aquello que juramos, que juró no abandonarnos: esa mirada paralizante de la poesía que nos dotó de armas varias. Y hoy, cuando cada uno de sus rostros sagrados está siendo destrozado frente a nosotros, también nos juntan las críticas visiones de la devastación.
¿Dónde nuestra alzada?, pregunto. ¿Cuándo intentamos una acción fiel en protección de la Poesía o de alguna de sus fases (Madre Naturaleza, Belleza, Creación, Memoria), cuándo?
¿Cómo hacerlo sin mezclarnos con el horrendo barro que hunde al guerrero y lo sublima? Escasos, pero presentes los ejemplos que el escrúpulo dominante permitió, mientras cosiamos la trama del fatuo nombre propio o vagábamos de veneno en veneno y de credo en credo, hundiéndonos hasta hacernos más ciegos al amanecer.
Hemos de dar un último paso en defensa de la Poesía, eso es evidente. Tal vez, también un penúltimo. No basta crear públicos atentos. Es preciso suscitar en las multitudes la necesidad de trascender el deleite estético para generar, más que una catarsis, un compromiso de vida o muerte, una iniciación. No basta con avanzar hacia la manifestación esporádica en las calles de las ciudades; es necesario trascender la queja y la petición hasta hacer comprender la necesidad del impulso creador como hábito en las masas que, al ser usuarias del lenguaje, conocen el camino de la creación y merecen una oportunidad de aprender a seguirlo, que seguro no desaprovecharán, frente a la inminencia de la extinción (hacia la creación, sí, un giro masivo hacia la creación, como magno ejercicio de libertad. Poetas todos los seres humanos libres y combativos). Y no basta la acción revolucionaria sin una invocación de las fuerzas espirituales, porque sabemos cuan más vasto es lo desconocido y en su gran poder confiamos.
Porque la Poesía no va a exigirnos su defensa; antes bien, se replegará en la amargura abandonada de los pueblos camuflados de odio, revestidos uniformemente de la infamia y la farsa de la globalización. Los rostros de la Diosa Poesía, los inalcanzables, los subterráneos, los espaciales, "en venta", como dijo Rimbaud, a precio de paquete turístico. Las virtudes de los elementos hechas mercancía, a lo largo de los siglos retardatarios, cuando el uso sedimentario del dinero y la usura. Una capa de la corteza es ya la industria y su chatarra, una "maquinosfera", producto absurdo de frágiles cuerpos, de mentes perversas y potentes. Trocado "lo amargo por dulce y lo dulce por amargo", en toda latitud y desde antiguo (la cita es de Isaías el Profeta), no queda sino prever el hedor universal mientras algo no se rompa en este acontecer vicioso. Y esa ruptura quizá venga por mano natural y quizá no.
Y nosotros, ¿hemos obedecido a la dinámica viciosa del Capital? A ejércitos de hombres controlados científicamente, entrenados para controlar además, los condecoran, vivos o muertos, cinco estultos que ostentan el mando del mundo. ¿El mérito? Obedecer. ¡Oh premio que merecimos por generaciones! Obedecer de forma regular, pero, ¿a quién? Obedecer en cada instante. Ha sido una orden ser y estar. Hemos obedecido nosotros también, es de cuestionarse. Y, ¿hasta cuándo se obedecerá una ley que no es la del Amor y el Movimiento, la íntima y audaz que espera paciente entre el tumulto de groseras leyes del Sistema dominante?
Y entonces, ¿qué de esta lucidez que osa romper las redes del canon y la costumbre? Porque sabemos, compañeros, que de la cepa del antiguo dolor venimos; que guardamos la reserva callada y condenada del subsuelo; que somos la estirpe de Aquella que adoramos (unos más concientemente) mientras se le desprecia minuciosamente en el mundo del Capital: la Poesía y sus mil intocados y aterradores rostros que se dan, gratuitamente, a pesar del mercado y sus usanzas; el perfume de las sombras eternas escapado de los escaparates; la materia oscura que pierde el genio a los doctores; la secreta sustancia del movimiento, bajo cuya única ley indecible surge y sucumbe la realidad y lo inaudito.
Hoy, desde cierto inframundo, quiero llamar a la esperanza que es actitud de madurez. A la certeza inagotable en la acción liberadora de la Poesía sobre el Ser humano. Y a la generosidad que es un castillo que espera por la especie toda para recibirla en un tiempo nuevo. Vale la Vida, la poesía que es la más refinada política. Esta vida y, si otra tuviera, también.
Reciban mi cariño comprometido.
Felices días de Poesía...
Angye Gaona
Segue aqui o texto original e o link para o abaixo-assinado de protesto e pedido de liberação imediata desta ativista e poeta.
E aqui, uma entrevista com Angye Gaona:
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sábado, 2 de abril de 2011
CAMPAÑA INTERNACIONAL POR LA LIBERACIÓN DE LA POETA ANGYE GAONA - Campanha Internacional pela libertação da poeta Angye Gaona
Recebemos de Rodrigo Verdugo, do Chile, para a divulgação do abaixo-assinado pela liberdade de Angye -Gaona, mantida em cárcere pela pseudo-democracia da Colômbia.Por favor,ajudem a divulgar.
Estimado Alexandre: Estamos junto al poeta Jose Maria Memet y la poeta y periodista Cristina Castello trabajando en la campaña por la liberacion de la poeta colombiana Angye Gaona, por favor difunde esta informacion
Saludos Cordiales
Rodrigo Verdugo
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Rodrigo Verdugo
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Necessitamos que esta informação circule. A todas as escritoras e escritores, intelectuais, leitores, gente de bem. Rogamos o apoio nesta campanha em favor da poeta e jornalista Angye Gaona, colombiana. Ela foi presa, encarcerada na cidade de Cúcuta. Está claro que tal situação busca amedrontá-la e aniquilá-la, separando-a inclusive de sua pequena filha. E se não tivermos uma atitude solidária pode mesmo ser condenada a muitos anos de prisão sem haver cometido delito algum. A idéia é que endossem a carta e seus dados ao correio do presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, cujo endereço segue abaixo:
http://syscopre.presidencia.gov.co/publico/frmCiudadano.aspx.
Somente a carta e seus dados devem ser endossados, por favor, sem insultos ou comentários soezes ou descomedidos. A idéia é que libertem a poeta. Agradecido. Necesitamos o apoio de todos.
Tambien As assinaturas devem ser enviadas a Josè María Memet ao email: prensa@chile-poesia.clSomente a carta e seus dados devem ser endossados, por favor, sem insultos ou comentários soezes ou descomedidos. A idéia é que libertem a poeta. Agradecido. Necesitamos o apoio de todos.
o a castello.cristina@gmail.com
Jose Maria Memet
Diretor Geral – ChilePoesía
Jose Maria Memet
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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
ANGYE GAONA - LIBERTAD YA!
Através do artista postal uruguaio, Clemente Padin, tomamos conhecimento das arbitrariedades que estão acontecendo na Colômbia contra Angye Gaona, poetisa, jornalista e organizadora do conhecido Festival de Poesia de Medellín e centenas e mais centenas de outras pessoas que se encontram presas em uma atitude típica de censura dos regimes totalitários, mesmo quando mascarados sob o manto de uma falsa democracia...
Segue aqui o texto original e o link para o abaixo-assinado de protesto e pedido de liberação imediata desta ativista e poeta.
Angye Gaona Poetisa y comunicadora periodista alternativa, arrestada por el estado colombiano, enero 2011, Urge solidaridad
Apresada la poetisa y periodista Angye Gaona: el Estado colombiano quiere callarla para mantener la oscuridad genocida.
Angye Gaona Poetisa y comunicadora, apresada por pensar, en Colombia, país en el que el estado ha convertido el hecho de pensar en un crimen.
Angye Gaona es una mujer creativa y comprometida socialmente, siempre activa en el desarrollo de la cultura; parte del comité organizador del conocido Festival Internacional de Poesía de Medellín, cuya calidad testimonia de trabajo y sueños tejidos entre los pueblos.
Urge la movilización internacional por su liberación y por denunciar que el estado colombiano mantiene encarceladas a más de 7.500 personas por el "delito de opinión": estamos ante una verdadera dictadura camuflada.
He aquí un fragmento de un poema de Angye Gaona, para que conozcan su alma sincera y tierna, solidaria y creativa:
"Tejido blando"
Respira y prepárate, pecho blando.
No quieras contener todo el aire de los abismos,
toma sólo el de tu pequeña inspiración,
acarícialo por instantes,
susúrrale como si al último aliento
y déjalo libre ir allí,
a donde tú también quisieras:
vasto, inmenso, indistinto.
Sopla fuerte lo que guardas.
No recojas más lágrimas, pecho blando.
Y si un niño preso llora, dirás,
y si un hombre es torturado, dirás.
Que no es tiempo de guardar la ira, te digo.
Es momento de fraguar y hacer lucir
el filo.
No quieras contener todo el aire de los abismos,
toma sólo el de tu pequeña inspiración,
acarícialo por instantes,
susúrrale como si al último aliento
y déjalo libre ir allí,
a donde tú también quisieras:
vasto, inmenso, indistinto.
Sopla fuerte lo que guardas.
No recojas más lágrimas, pecho blando.
Y si un niño preso llora, dirás,
y si un hombre es torturado, dirás.
Que no es tiempo de guardar la ira, te digo.
Es momento de fraguar y hacer lucir
el filo.
Es una situación insoportable: cada día detienen, asesinan o desaparecen a un opositor político, estudiante, sindicalista, sociólogo, campesino... La represión ejercida por el Estado colombiano contra el pueblo colombiano para acallar sus reivindicaciones sociales es brutal. ¡Urge que el mundo se mueva en solidaridad! Que se dé a conocer esta realidad y sus dimensiones que rebasan todo en el Orbe.
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